terça-feira, 29 de julho de 2014

Site de relacionamento evangélico comemora crescimento


O crescimento de evangélicos no Brasil tem sido constante. O último censo do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - aponta que 42,5 milhões de brasileiros são evangélicos. Além disso, em 40 anos - entre 1970 e 2010 - o número de protestantes saltou de 5,2% para 22,2% da população. Acompanhando este crescimento, o Divino Amor (www.divinoamor.com.br), maior site de namoro evangélico do Brasil, triplicou no último ano o número de novos usuários cadastrados mensalmente.

Atualmente, milhares de evangélicos solteiros procuram um relacionamento sério ou estão dispostos a fazer novas amizades. “Sei o quanto a área amorosa é importante para cada um, pois ela pode afetar nossa vida de forma positiva ou negativa. Também sei que Deus é o maior interessado em nos abençoar e se sonhamos viver ao lado de quem amamos, Ele sonha muito mais. Por isso, eu acredito que sites de relacionamento como o Divino Amor podem ser ferramentas de Deus que facilitam a busca pelo seu par perfeito cristão”, afirma Antonio Junior, pastor e consultor de relacionamento cristão do Divino Amor.

Dois terços dos usuários do site estão em busca de um relacionamento sério, 61% dos cadastrados são mulheres, 39% homens e a faixa etária predominante é de 34 a 49 anos. “Somos livres para fazer nossas próprias escolhas, mas não somos livres das consequências delas. Escolha agradar a Deus e não fazer a vontade da sua carne. Só assim você colherá frutos bons”, declara o consultor do Divino Amor.

Idade
18 a 34 anos – 25%
34 a 49 anos – 50%
Mais de 50 anos – 25%
Sexo
Mulher – 61%
Homem – 39%
Denominações
30% Assembleia de Deus
20% Batista
50% Outros

Perfil
Tipo de relacionamento: dois terços buscam um relacionamento sério
Preferência musical: os grandes favoritos são estilos gospel, seguido por sertanejo
Hobbies: ouvir música (entre homens e mulheres) e Cozinhar e ir ao cinema (entre as mulheres)
Lugares favoritos: igreja e shopping.

Distribuição geográfica
Sudeste – 73%
Sul – 9%
Nordeste – 8%
Outros – 10%



segunda-feira, 28 de julho de 2014

Versão irônica da Bíblia faz sucesso entre religiosos na Comic-Con 2014

Capa do livro God Is Disappointed in You
ilustrada por Shannon Wheeler, da New Yorker
Do lado de fora do pavilhão onde acontece a Comic-Con 2014, em San Diego, religiosos com microfones da Madonna exortam os frequentadores do evento, dizendo que "a punição para o pecado é a morte" e que sua idolatria os levará para o inferno. Do outro lado, em um dos salões internos do evento, um pastor batista elogia uma versão resumida e irônica da Bíblia que acaba de ser lançada.
Escrita pelo autor Mark Russell e ilustrada pelo cartunista Shannon Wheeler, famoso por seus desenhos na revista "The New Yorker", "God Is Disappointed in You" ("Deus Está Decepcionado Com Você", em tradução livre) resume todos os livros bíblicos em poucas páginas, "poupando os leitores de genealogias intermináveis e da linguagem rebuscada para explicar apenas o essencial de cada história", segundo as palavras do autor. Cada livro bíblico também vem acompanhado de um cartoon ilustrativo.
O livro de Jó, por exemplo, que na Bíblia tem cerca de 40 capítulos, fica apenas com uma página, a qual diz que Deus e o Diabo fizeram um "aposta louca" para testar a fé do personagem. "Foi com o livro de Jó que tivemos a ideia do livro. Estávamos em um bar e o Shannon me disse que não entendia essa história. Aí eu expliquei para ele em poucas palavras", conta Russell.
O pastor batista Mark Parnell
durante a Comic-Con 2014
Os autores disseram que esperavam uma péssima repercussão entre religiosos, mas dizem que muitos os têm procurado para comprar cópias para os amigos. Segundo ele, muitas pessoas falam da Bíblia, mas nunca nem sequer leram o livro. "E tem aquelas que usam os versos para apoiar seus pensamentos e para justificar todo tipo de perseguição. O livro ajuda essas pessoas a ir direto ao essencial."
O ilustrador diz ainda que o livro está agradando até mesmo os hipsters, que criticam o trabalho sem conhecimento sobre o assunto porque "nunca tiveram paciência para lê-lo". "O importante é que as pessoas entenderam que não estamos ridicularizando as escrituras, mas tornando-as acessíveis para religioso e não religiosos com uma linguagem contemporânea."
Igreja do nerds
O pastor batista Mike Parnell, que estava presente ao debate sobre o livro, elogiou a versão abertamente para seus autores. "É um livro que promove o diálogo, e muitos religioso não estão abertos a isso. Eu vejo por meio desse livro o que muitas pessoas se recusam a ver. A igreja tem machucado muita gente ao longo dos anos. E esse não é nosso papel. A igreja é um local de acolhimento e amor. Quando você diz que está certo e que o outro está errado, não há diálogo. Tem gente mais preocupada em impor seu ponto de vista que transformar as pessoas em discípulos de Cristo. Há uma diferença entre ser bom e estar certo", disse ele.
Parnell disse ainda que já frequenta a Comic Con há alguns anos porque reconhece a cultura pop como parte do ser humano. "O que traz as pessoas aqui é o mesmo que leva as pessoas à igreja. O senso de comunidade, de aceitação e de pertencimento. Claro que não concordo com tudo que está no livro do Mark, mas isso não significa que ele esteja errado."



Fonte: Uol

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Câmara aprova leitura obrigatória da Bíblia em escolas

A leitura da Bíblia pode se tornar obrigatória nas escolas municipais de Nova Odessa, cidade de 55 mil habitantes a 122 km da capital paulista.

Para isso, basta que o prefeito sancione um projeto de lei aprovado pela Câmara Municipal que impõe aos alunos do 1º ao 5º ano a leitura de um versículo bíblico por dia.

O projeto, que pode atingir 4.000 alunos de 12 escolas, divide os moradores da cidade e é considerado inconstitucional por juristas ouvidos pela Folha.

"O povo só quer saber de coisa errada. Quem sabe estudando a Bíblia não melhora?", diz o motorista Luiz Vidal, 63.

"A religião não deveria entrar no currículo escolar", discorda o administrador Mauro Facioli, 57.

Para a advogada Amanda Assunção, "a Bíblia não ensina nada de ruim, mas é preciso respeitar as diferenças".

Segundo o vereador Vladimir Antônio da Fonseca (SDD), autor do projeto, "a intenção foi a melhor possível".

Ele, que é evangélico, diz que a leitura do livro "não se contrapõe à ideia de Estado leigo ou laico" e "não desafia os valores consagrados na Constituição".

Mas, para os especialistas, a lei, se aprovada, será inconstitucional, porque fere a liberdade de crença.

"A escola pública é laica e não pode ter influência de religiões", diz Odete Medauar, professora da Faculdade de Direito da USP.

"Não se pode impingir essa obrigação aos professores e alunos porque fere a liberdade religiosa e a diferenciação entre Estado e igreja", concorda Antonio Carlos Rodrigues do Amaral, ex-presidente da Comissão de Direito Constitucional da OAB/SP.

O prefeito de Nova Odessa, Benjamim Bill Vieira de Souza (PSDB), ainda não decidiu se vai vetar ou sancionar a lei.

"O projeto não é ruim. É bom. A Bíblia é um dos livros mais lidos do mundo", diz o prefeito. "Só a parte da obrigatoriedade é que acaba criando um transtorno."

O tucano afirma ter pedido um parecer da Secretaria de Educação e do setor jurídico sobre a legalidade do projeto aprovado, para "ver o que a gente pode fazer para melhorá-lo".

A OAB-SP reforçou a inconstitucionalidade do projeto, mas disse que só discutirá alguma medida contra a lei caso ela seja sancionada. 


Fonte: Folha de São Pauloa

sábado, 12 de julho de 2014

Garota de 15 anos não suporta vexame brasileiro e se mata

A nepalesa Pragya Thapa, uma garota de apenas 15 anos, não suportou a goleada sofrida pela seleção brasileira diante da Alemanha e se suicidou. O Brasil era o seu time favorito, e ela sentiu-se deprimida após o jogo, deixando uma carta aos familiares explicando os motivos da sua decisão antes de se enforcar. As informações são do jornal Ekantipur.
Ela, que morava com a mãe e a avó, se suicidou dentro da própria casa e foi encontrada pela sua família. Ela assistiu ao jogo ao lado de alguns amigos, em Bharaul, a 400 km da capital do país. Segundo informações da polícia local ao jornal, Pragya havia discutido com os colegas por causa da partida.
Na carta de despedida, ela revelou que sentia "uma dor profunda" pelo massacre que o Brasil estava sofrendo: 7 a 1.
Pragya era a filha mais velha da família e estudava na 'décima série' da Siddhartha Memorial School, no Nepal. Ela era esportista e considerada uma boa lançadora de dardos.

Fonte: Uol

sexta-feira, 11 de julho de 2014

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“Senhor do céu, o que está acontecendo?”, questionou o goleiro Júlio César durante maior derrota da Seleção Brasileira

A pane que levou a Seleção Brasileira a ser derrotada por 7 x 1 pela Alemanha na semifinal da Copa do Mundo fez o goleiro Júlio César perguntar a Deus o que se passava com o time canarinho.
Numa entrevista após o final da partida, o goleiro titular admitiu a um repórter do Sportv que a falta de rumo do time era tão grande que só restou a ele pedir a Deus um diagnóstico da situação.
“Lembro de ter falado ‘o que está acontecendo’ para mim mesmo. Era um momento em que eu estava falando com Deus e falei: ‘Senhor do Céu, o que está acontecendo?’”, afirmou o goleiro.
O repórter, que flagrou o desabafo de Júlio César sozinho, perguntou se ele havia dito que os alemães tinham colocado o Brasil “na roda”, termo muito usado no meio esportivo para dimensionar o domínio de uma equipe sobre o adversário. O goleiro respondeu que não: “Em nenhum momento falei para mim mesmo que a Alemanha estava colocando a gente na roda [...] Não vou dizer que colocou na roda, mas é um time que taticamente mereceu passar para a final. É um time que vem jogando junto há oito anos. Temos que ter humildade para reconhecer que o adversário jogou melhor”, admitiu.
Para Júlio César, que durante essa Copa do Mundo demonstrou carregar consigo a culpa da eliminação no torneio anterior, a tristeza pela derrota seria a mesma se o placar não tivesse sido tão elástico: “Eu, como goleiro, fico muito triste em levar sete gols, nenhum goleiro gosta de tomar tantos gols. Três já é muito. Quando perde 2 x 0, beleza. Mas posso dizer que 7 a 1 ou se a Alemanha ganhasse de 1 a 0, o sentimento seria o mesmo. A Seleção Brasileira, quando entrou nessa Copa do Mundo no Brasil, só tinha um resultado, que era a vitória, ser campeão, chegar ao Maracanã e levantar o troféu. Então, é claro que fica a tristeza de ter levado sete gols… Mas o sentimento seria o mesmo se a gente perdesse por 1 x 0”.
Veja a entrevista neste neste link.

Fonte: GospelMais

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